segunda-feira, junho 15

IA

Mais um texto que sinceramente, acho que vai de encontro com todos os outros que já escrevi, quer de carreira, quer de negócios próprios...

E isto da IA, começa-me a assustar.

Sim, há funções que vão mesmo acabar. 

Sim, há empregos que serão extintos e vai vir aí uma onda de desemprego que Jesus.

Sim, ainda é capaz de demorar, ou não!

Vão a alguma lojas maiores, já somos nós que passamos as compras e tratamos de tudo. Lojas de roupa, tipo Decathlon ou Super's. Ainda há caixas físicas, mas muito poucas. 

Portagens, raramente são as que têm pessoas. São máquinas.

Já há mesmo Super's que nem empregados têm e fazemos nós tudo.

Ginásios sem PT's, para se treinar e ir à nossa vida... Isto é sério!

Li uma notícia, que grandes empresas tech despediram milhares de pessoas. Achei graça à notícia, pois o contexto era por causa do trabalho remoto. Estas mesmas empresas, obrigaram o regresso ao presencial. E agora, despediram montes de gente porque foram substituídos pela IA. Afinal o problema não era o remoto ou o híbrido, era apenas parvoíce do dono. Tanto que despediu esta gente toda.

E mais empresas, li, seguiram o exemplo.

Portanto, já nem profissões ligadas às TI estão safas!

E volto a repetir, isto assusta.

O meu trabalho, pode ser, parte dele, substituído pela IA. Mas tem que haver sempre alguém depois a analisar, a corrigir, a verificar a informação. Mas já não são precisas muitas pessoas como antigamente. 

Eu própria, que estou no Departamento Financeiro da minha empresa, tornei esta função totalmente adaptável ao remoto, tanto que aqui estou eu, a trabalhar 100% em casa. 

Mesmo o meu marido, que como disse, é um trabalho mais manual, tem o emprego dele em risco. Porquê? Porque é Impressor. E a lógica, pelo que falam, é querem acabar com o papel.

Entendem onde quero chegar?

Há mais alguém a pensar nestas coisas?


 

quinta-feira, junho 11

Carreira

Acho que nunca falei deste assunto aqui e acaba também por ser um desabafo e ir de encontro às conversas de ter um negócio.

Sinto, sinceramente, que nunca tive sorte no que a trabalho diz respeito.

Quando tentei entrar no mercado de trabalho, levei ali com uma crise que já nem me lembro, mas o desemprego subiu aos píncaros. 

Depois, com a faculdade a ser à noite, não arranjava nada que desse para conciliar.

Depois, ora os transportes não davam e eu não tinha como vir para casa, de noite.

Havia sempre algo.

 

E agora, com quase 40 anos, sinto que realmente não posso dizer que tenho uma carreira. Aos 40, terei para aí apenas 14 ou 15 anos de descontos. Não é muito, é um facto. E pior, é que tenho "saltado" de funções em funções.

Só há coisa de 7 anos, que é o tempo que estou nesta empresa, é que mantive as mesmas funções e sou considerada já sénior no sector. Estou na parte financeira.

Mas, com o pequeno, ou ponho de lado a ideia de o querer acompanhar e baixo as calças e aceito o que aparecer, mesmo que a ganhar mais, mas mais longe ou a sair a horas em que mal vejo o pequeno, etc, etc, ou dificilmente irei mudar para algo que seja +/- fit com o que pretendo.

Daí, claro, querer a minha coisa. O meu negócio. 

É que sinto que não tenho carreira, nem nunca vou ter. A minha formação, apesar de ser superior, não é na área em que actuo. Nem estou com vontade de ir estudar mais, para entrar nesta área mais a sério, pois vejo bem a rotatividade da mesma.

E sinto que cada vez mais, são realmente as profissões manuais é que terão "sucesso". Os operários.

Eu vejo pelo meu marido, que graças à mudança de trabalho que fez, foi ganhar o dobro do que ganhava!  É um trabalho mais técnico a nível de funções, mais manual e ali, não é necessário nenhum diploma. Ou sabe ou não sabe.

E no meu caso, não é bem assim. Sim, consigo arranjar um trabalho a ganhar mais, mas é como disse, ou desisto da ideia de acompanhar o meu pequeno e baixo as calças para as "exigências" ou então vai ser difícil.

E como acabo por achar que não sou boa a nada ou não sou técnica de nada, ando aqui no limbo e o que aparecer é peixe.


 

quarta-feira, junho 10

Feriado bom

O mês de Junho é, desde o ano passado, um mês maravilhoso.

Nasceu o amor da minha vida. Por isso, tornou-se um mês para sempre recordar e festejar.

A juntar a isto, há sempre feriados 😁

Hoje é mais um.

E com isto, neste mês de Junho, não trabalharei nenhuma semana inteira 😅 

Semana passada, um feriado. Esta semana, um feriado, às vezes lá calham dois.

Para a semana, aniversário do filho e é dia santo, não se trabalha nem há escolinha.

Na semana a seguir, uns dias de férias e vamos para Arouca.

E assim, mais uma vez, lá passa mais um mês a voar.

Por aí, aproveitem bem o dia de hoje, quem o pode aproveitar.


 

segunda-feira, junho 8

Terapia de Casal

Como disse nos balanços de Maio, eu e o marido iniciámos uma Terapia de Casal.

Sim, sim, com uma psicóloga.

Porquê?

Porque já estamos juntos há 21 anos, Deus me ajude! E agora temos um bebé. E, pelo bebé, principalmente, temos que nos tentar orientar.

Não que as discussões sejam violentas ou falar alto, nada disso. Até disse à própria psicóloga que, para mim, nem considerava discussão, por estes motivos referidos. 

Para mim, são conversas mais.... acesas. Mas para o marido, são discussões e eu juro que percebo!

E torna-se cansativo.

Atenção, qualquer troca de palavra que temos, como disse, é feita no tom certo. Mesmo em frente ao Tomás, que são raras, o rapaz não percebeu nada, tanto que bate palminhas, sorri, etc e nós vamo-nos metendo com ele.

Mas não deixam de ser chatas e aborrecidas e tudo e tudo.

Então cá estamos.

E quem decidiu dar esse passo, foi mesmo o marido!

No passado quis eu, ele não achava necessário. Deixei arrastar. Agora, foi ele que propôs. Eu aceitei, claro.

Acho que nos vai fazer bem.

Já tivemos a 1ª consulta. Vamos ter uma por mês, que isto não dá para mais €.

Mas mesmo assim, após essa 1ª consulta, sinto que houve aqui qualquer coisa que mudou. A ver vamos.

Gostei da psicóloga, é acessível, simpática, não toma partido, óbvio... e gostei também de outra coisa... no final da consulta, que é online, ela faz com que digamos uma coisa que admiramos no outro.

Eu fiquei espantada com o que marido disse de mim. Ele, igual.

O que para mim, parecia óbvio, pelos vistos para ele não era e o contrário também.

Isto também significa o quê, que é o grande calcanhar de Aquiles do marido? Conversar é bom, faz bem e é necessário!


 

 

quinta-feira, junho 4

Aindas dos negócios próprios

Passada a revolta da ideia dos ginásios que eu tinha e agora, alguém com coragem decidiu dar esse passo, veio-me outra coisa à cabeça.

 

Eu, quando penso em negócios, tento pensar o que há à volta. Se houver algo parecido ou igual, ai não, ai isto, ai aquilo.

A juntar a isto, o famosos síndrome do impostor, que vem logo dizer que eu não presto para nada.

Logo, é apenas mais um entrave da m€rd@ a juntar a todos os outros que falei, para me fazerem não avançar com nada.

 

Mas, como disse, comecei a pensar que este ginásio novo que vai abrir, vai abrir ao lado de outro ginásio! Tiveram medo? É capaz, mas avançaram!

Há literalmente restaurantes ao lado de restaurantes!

Costureiras ao lado de outras lojas de costureiras.

Lojas de música ao lado de lojas de música...

 

Há N exemplos, que podia pegar, mas parece que só agora se fez luz, que realmente há montes de coisas iguais, no espaço, muitas vezes, menor que 500m. E as coisas estão lá, foram criadas e têm sucesso!

Ai, vida!


 

quarta-feira, junho 3

Bem vindo, Junho

E já entrámos em Junho e... 

 

O meu bebé já faz 1 ano! 1! Estou feliz e triste ao mesmo tempo;

Vamos ao Oceanário no dia de anos dele e almoçar só os três, fora;

No Sábado a seguir aos anos dele, vamos fazer uma almoço com a família chegada;

Temos uns dias de férias, além do dia de anos dele e vamos até Arouca, 1ª vez do Tomás, que o marido tem uma prova;

Espero receber dividendos das empresas que só pagam anualmente e, com isso, ajudar a aumentar a vergonha de dividendos que tenho 😛 

Tentar manter as corridas às 2ªs feiras...

E para já, é isto e é bom!


 

segunda-feira, junho 1

Balanços positivos

E já terminou Maio. Nem sei se passou rápido, se não 😟


Ora Maio, teve o quê?

O 1º  passeio do pequeno de BUS, barco e comboio, até Cacilhas;

Foi feriado nesse dia;

O meu 1º dia da mãe, com o meu bebé ao colo;

Corridas, todas as 2ªs feiras;

Graças a uma empresa anual ter pago, os dividendos subiram e bem mas tenho vontade de bater nas acções 😂;

A minha 1ª formação dos bolos;

Vários almoços fora;

Fomos a Setúbal, para comemorar os 11 meses do pequeno;

Iniciámos Terapia de Casal (falarei depois);

Comprámos já a roupa do Tomás, para os anos dele.

 

O menos bom, foi ter ido à urgência com o pequeno Tomás, por causa de uma gastro, mas que até foi suave, do que tenho lido por aí.  



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