Venho aqui falar deste assunto, pois talvez algumas pessoas achem estranho, outras até percebam bem...
O meu filho fará 1 ano, se Deus quiser, a 17 de Junho. Nesse dia, só para nós três, vamos ao Oceanário, comer fora, como é hábito e passear mais. Queria ver se lhe comprava uns balões, uma roupa nova e pronto.
No fim-de-semana dos anos dele, o marido queria fazer um piquenique com a família toda. Eu inicialmente até pensei nisso e achei que podia ser giro. Mas com o passar do tempo, decidi que não vou fazer é nada.
- O marido falou em se levar carne e assar-se e íamos comendo.
1º problema? Ia ele estar a assar, sem aproveitar nada com as pessoas que não se aproximassem do assador, por exemplo.
- Então pede-se e cada um leva uma coisa.
2º problema? Até era uma boa ideia, mas tínhamos nós que andar a dizer às pessoas traz isto, tu traz aquilo, para não trazer tudo o mesmo e naaaa...
- Vamos juntar só a família.
3º problema? É que a minha família, é só mesmo os meus pais e irmãos e os meus pais cada vez estão piores para sair de casa. E a família do marido são 50 mil! Depois tinha que convidar os 20 tios, os 50 primos, toda a gente e mais alguma e naaaaa...
E é isto.
Não vou comemorar com a família toda, principalmente por causa da família dele ser enorme e eu não ter paciência.
E depois, de certeza absoluta que queriam andar com o pequeno ao colo, a trocar de colo em colo e naaaa. Sei que ele ia ficar desconfortável e não quero. Estou a protegê-lo a ele e sinceramente, a mim também, de ter nervos sem necessidade.
Vamos, se tudo correr como planeado, almoçar fora só nós mais os avós e chega.
Quando ele for mais velho e se lembrar das coisas, logo se vê o que se faz. Até deverá querer alguma coisa com os amigos, digo eu, e nessa altura, logo me preocuparei com esse assunto.
Para já, é isto. E não me estou a sentir nada pressionada nem de peso na consciência.





