quinta-feira, agosto 13

Férias

Ora então, que desde dia 3 que estamos de férias.

 O Tomás, que o mês todo de Agosto não tem creche nem natação;

O marido, que tem os primeiros 15 dias em casa;

E eu, que pus o mês extra licença de maternidade, para poder estar com o Tomás.

Claro, Setembro vai ser um mês chatinho a nível de contas, já que só vou receber 30% do meu ordenado bruto. Não há cá valores por fora, nada.

 

Mas...

Como o Tomás é pequeno, não vamos para lado nenhum. Para ajudar a não ir para lado nenhum, aconteceram duas coisas:

1º - Na 1ª semana, que já passou, teve-se a fazer as limpezas de Verão cá em casa. Tirar tudo do sítio, desarredar os móveis todos, limpar tudo por dentro, lavar azulejos, esfregar chão, lavar estores, janelas e calhas... Foram 5 dias muito, mas mesmo muito intensos de limpezas que, finalmente, parecem ter terminado.

2º - Pediu, o meu chefe, para eu tratar dos pagamentos aos Fornecedores. Claro que disse que sim, mas sem vontade, admito. Mas prefiro ter uma para dar que duas para receber!

E assim passou a 1ª semana, tanto, que nem deram pela minha falta aqui. Tenho vindo sempre.

A 2ª semana, essa, já está a acabar. 

Apesar de ter trabalhado também dois dias, 1h, já fomos à praia, piscina e hoje, vamos sair cedo, os 4 (cão) e vamos para "longe" passear. Queremos mesmo sair daqui, digamos assim.

E pronto, assim passaram duas semanas. Mais simples é impossível.

Descanso pouco.

Mas eu, ainda a ter mais 2 semanas com o meu filho, a ver vamos se consigo ir com ele à praia e passear, até o pai dele chegar.

Ver é se em Setembro conseguimos fazer mais qualquer coisa "de valor", para aproveitar os últimos cartuchos.


 

quarta-feira, agosto 12

Anónimos

Graças a Deus, não tenho tido visibilidade nesse campo, até porque se comentam em anónimo e para destilar veneno, os comentários nem vêem a luz do dia.

E pensem, mesmo sem comentarem, estão a dar visualizações à página.

Agora não percebo é o porquê de terem que estar sempre, mas sempre a falar mal!

Já mete nojo.

Não gostam? Não leiam!

Não gostam? Não visitem a página!

Não se identificam? Ponham-se a andar!

Agora vir falar só porque sim, porque devem ter vidas frustradas e pequeninas, epá, poupem-se a vocês e a toda a gente.

É que cada vez há menos paciência para tanta pequenez e repito, não foi nada comigo, para já, claro.

Sim, que de vez em quando também levo com eles, mas não alimento nem publico, lá está. Porque uma coisa são críticas construtivas. Aceita-se e bem!

Agora vir destilar veneno só porque têm vidas pequeninas? Oh pff!É que mete raiva, nojo, tudo. Cresçam!


 

segunda-feira, agosto 10

Das poupanças e dos Extras

Como já aqui referi, ganho pouco acima do ordenado mínimo.

Sim, recebo ainda um valor por fora e é a minha salvação. Se não, não sei mesmo como raio eu fazia a minha vida!

Normalmente, poupo, em média, por mês, 15% do meu ordenado. Uns meses mais, outros menos. Já tive meses de poupar 10%, já tive meses de poupar quase 30%. Mas a média, lá está, ronda os 15%.

Se acho pouco? Sim. Mas é o que consigo arranjar, com o ordenado que tenho.

Verdade que também tenho tido muitos "extras" e o mês de Julho, foi um mês disso mesmo.

E atenção, há extras que têm mesmo que ser.

Em Julho, por causa de termos ficado doentes, foram 90€ em medicação. 

Calhou ser o mês de comprar as lentes, mais 75€. (Sim, poderia usar só óculos, mas não dá para treinar assim de óculos)

Já comprei algumas prendas de Natal.

Tivemos o seguro da casa.

Comprei uma peça para a minha pulseira, porque uma que tinha estragou-se e tive que trocar e ainda gastar este valor, que não devolvem o dinheiro.

Sim, há extras que podiam ser evitados, mas "só" nestes extras, gastei perto de 320€!

Ainda assim, consegui poupar perto de 200€. 

E não, as contas não são lineares para verem qual o meu ordenado ao certo, porque aqui nestes valores ainda entram o abono do filho, que somo ao bolo e depois levanto, o pagamento da limpeza das escadas, etc, etc.

Mas isto para mostrar que, quando vêm com a conversa que "ah, o ordenado chega para as contas", só se for mesmo para as contas básicas! E isto, a dividir despesas com o marido.

Sim, mais uma vez, se fosse eu sozinha, podia cortar aqui em muita coisa... Mas mesmo assim, ia ser impossível.

Ainda bem que consigo poupar, mesmo que pouco. Ainda bem que tenho dinheiro para pagar estas despesas extras. E ainda bem que nos podemos dar a "pequenos luxos" (que sinceramente, não acho luxo nenhum, temos que viver, não é? Mas enfim).


 

quinta-feira, agosto 6

Trabalhar por conta de outrém

Porque eu falo tanto em estar farta de trabalhar para os outros, querer largar um bocado essa vida, etc, etc?

Ora bem, quem me conhece, sabe que sempre quis ter algo meu, coisa que nunca se proporcionou.

Quem me conhece, sabe que não sou rica e ganho praticamente o ordenado mínimo.

Mas há mesmo muita ginástica da minha parte, algumas heranças pelo meio, verdade, para poupar.

E não há aqui só investimentos em Certificados de Aforro. Há Acções, Obrigações, PPRs, tudo e mais alguma coisa.

Há trabalhos extras, há hobbies que vão dando algum, etc.

Com o meu filho, nasceu em mim ainda mais a necessidade de não passar a vida a correr atrás de algo, que, pelos nunca dificilmente vou atingir. 

Ou tem que se acordar cedo para sair cedo, e perco à mesma anos de vida do meu filho, ou passa-se horas e horas em deslocações e chego ao fim do dia cansada e sem paciência para ele, ou trabalhamos que nem escravos e recebe-se mal... Há aqui muitas coisas a pesar na minha decisão e eu sempre disse que não queria trabalhar a vida toda. Pelo menos, para outra pessoa, nestas condições.

Atenção, eu gosto de trabalhar. É útil e faz-nos sentir vivos e úteis. É importante, sim! Mas não gosto é de ver que estão a acabar com o trabalho híbrido, sem lógica nenhuma para o fazerem sequer.

Há quem deixe de trabalhar por causa dos filhos, eu não posso, infelizmente. Mas estou a tentar adaptar a minha realidade. Não quer dizer que consiga, mas estou a fazer por isso! Lá a lutar estou eu, agora se consigo, são outros assuntos.

A ideia é, se tiver um negócio meu, perfeito. Se não tiver, pelo menos, poder trabalhar só em part-time. Já não é mau, já me posso dedicar ao meu filho, às minhas coisas e pagar as minhas continhas descansada.

Eu não quero luxos, por isso... Um part time, como deve de ser, deverá chegar (a juntar os extras todos, claro!)



quarta-feira, agosto 5

Regresso ao trabalho

Este mês de Agosto, à partida, é o último mês que trabalho remotamente. A partir de Setembro, passarei a ir à empresa, à mesma os dois dias por semana.

Atenção, sou muito agradecida por este ano poder ter ficado em casa, por poder acompanhar o Tomás da maneira que acompanho, tudo.

Sou agradecida também por, mesmo tendo que voltar à empresa (que ainda não é certo), poder só fazê-lo dois dias.

Mas não deixa de estar a mexer comigo. Já sinto os nervos, já sinto a instabilidade a instalar-se.

Eu não tenho necessidade de ir à empresa. É que não faço lá absolutamente nada que não faça em casa. E demonstrei isso e bem, neste último ano.

Mas a ter que ir, que ainda terei que falar com o meu chefe, vou pedir para trabalhar lá até às 14h30, continuar a ir buscar o miúdo às 14h40 +/-, se possível, e fazer a hora de almoço nesse intervalo. Depois, fica apenas a faltar 30min, que poderei bem fazer a partir de casa.

Duvido que me rejeitem a ideia, mas vou perguntar à mesma.

Se não, vou dizer que faço a jornada contínua e saio às 15h e não trabalho mais.

Sim, o Tomás a ficar lá mais 30 min +/-, mas o máximo que eu consigo.

Quando deixar de dar mama, será outro stress, mas logo verei na altura.

Gostava de acompanhar o meu filho, assim, até pelo menos aos 3 anos. A ver vamos. 


 

segunda-feira, agosto 3

Balanços Positivos

E já passou o Julho também, já estamos em Agosto e é o último mês que trabalho sempre em casa... 😔

Julho teve:

A minha irmã que veio a Lisboa e matei saudades;

Os anos dela;

As corridas à 2ª feira;

Um 2º workshop de bolos;

O meu bebé fez 13 meses;

Dividendos baixos, dificilmente ultrapassarei os 150€ do ano passado, mas bons à mesma;

Passeios bons, nós 3 (cão) ou 4 (marido) 😅;

 

 

O pior deste mês foi ter estado 6dias de baixa e termos todos estado com gastro.


 

quinta-feira, julho 30

Crédito Habitação vs PPR

Como disse, criei na semana passada 2 PPR.

O objectivo de um deles é ser investimento, logo, não vou colocar como benefício fiscal.

O outro, com um valor mais pequeno (neste caso, o valor teve de ser mesmo 1750€, para a minha idade, para poder ver para o ano se tenho ou não o benefício fiscal). 

Como tenho que o ter, no mínimo, 5 anos, claro que andei a fazer contas.

Se, um grande SE, o declarar no IRS para benefício fiscal, tenho que o manter 5 anos. Para poder depois mexer para pagar o Crédito Habitação, idem. Logo, tenho 5 anos para juntar dinheiro para abater o Crédito Habitação. Já lá conto com 1750€.

1750€ * 5 anos = 8750€ fora juros que ganhe, valorizações, etc. 

Se, e aqui mais um grande SE, o benefício se comprovar, durante 5 anos, irei obter mais 300€ * 5 = 1500€

Ora em 5 anos, junto a nada má quantia de 10.000€.

Qual é a ideia depois?

Agarrar em 2500€ de cada vez e ir abatendo, assim como o marido, no Crédito Habitação e com isto, pagar a casa bem mais rápido! (Pelas contas, passar de 16 ou 17 anos que faltam, para pagar em 9 ou 10, já com estes "atrasos")

Dos passos todos que quem estuda finanças pessoais e investimentos/poupanças falam, só me falta este! E decidi que quero mesmo avançar com isto, pois estou farta mas farta de trabalhar para os outros, sem obter valorização alguma e logo, preciso despachar a única dívida que tenho.

Quais são os "maiores obstáculos" aqui?

O marido ainda está a pagar o carro dele e eu, mais ano, menos ano, irei precisar de um também! Mas o meu caso, logo se vê! Tentar poupar o Ferrari ao máximo. Já o marido, tem mesmo que pagar o carro dele.

Fazendo mais contas, tenho pela frente, pelo menos, mais 3 anos de reforços do PPR. Este ano, que o marido não paga o carro de certeza, o próximo ano, que não sei se terminará ou não e mais um ano, pelo menos, para o marido juntar dinheiro. Por isso, mínimo, 3 anos. Se não forem 4, mas vamos pensar em 3.

Como não poderei mexer no PPR em 3 anos, ou liquido um Certificado de Aforro dos mais recentes e abato do C.H. ou junta-se mais esses 2 anos em falta e abate-se em vez dos 2500€, 7500€, por exemplo. E até lá, tenho as coisas a render e a ver se me dão mais algum.

E depois, usarei o dinheiro o PPR para abater no Crédito Habitação que faltar, ou acabo com ele, ou se correr bem e o benefício se mantiver, mantenho-o e é mais uma coisa onde posso ter o dinheiro a render e posso ir reforçando.

São muitas decisões que temos que tomar, embora pareçam já tomadas, ainda não é certo, muitas noites eu tenho ficado a pensar nas coisas e muitas contas tenho eu feito.
 
Sim, porque o dinheiro não estica. E eu não consigo poupar para os PPR, poupar para as acções e pagar ainda as contas todas. Só se deixar de pagar contas 😝 



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...