quinta-feira, março 26

Da falta de confiança

Aqui fica mais um exemplo do porquê de eu não confiar nada nas pessoas que me rodeiam.

E sim, isso abrange os meus pais ou irmãos, por exemplo ou os pais do marido.

Sei que podem achar estranho, mas é assim que eu olho para as coisas.

 

Sou muito agradecida por ter a minha mãe. Que não haja dúvidas nisso! 

Mas realmente, em relação ao meu filho, continua a falhar... Admito que até possa ter dito as coisas na brincadeira... mas o tom que usou... notei ali algo. Passo a explicar.

 

O meu filho estava ao meu colo, em minha casa. Eu estava a falar com ela ao telefone.

Ouve-me a "refilar" com ele.

- O que se passa?

Eu - Olha, está descalço e está a colocar o sapato na boca. A sola... 

E ri-me. Porque o rapaz mal anda no chão. E sei que é uma coisa que não consigo controlar, pois na creche também andam lá no chão e sei lá se aquilo está lavado. E vi a sola e estava limpinha, comparando com as nossas, óbvio. Mesmo assim, estava a tentar que ele não colocasse o sapato na boca.

A minha mãe vira-se e diz:

"Cá se fazem, cá se pagam..."

E eu fiquei naquela, como assim?

- Ah, tens a mania das limpezas e agora o teu filho está a colocar o sapato na boca.

E foi aqui que senti o "tom"... e passei-me porque passam a vida a rotular-me! 

Eu -  "E porque raio hei-de ser eu a mania das limpezas e não os outros os porcos?"

Ela começou a rir, mas aquele riso de nervoso... depois vira-se:

- Tens que vir deixar o Tomás a casa dos avós, para ele poder colocar o sapato à vontade na boca.

E foi só isto a conversa.

 

1º - Estou farta que me rotulem,  já tenho essa questão meio resolvida com a minha psicóloga. Porque raio sou eu que sou a maníaca das limpezas, porque raio sou eu o mau feitio, porque raio eu tudo e nunca os outros nada?

2º - Dizer que se o Tomás fosse para lá, o deixava colocar o sapato na boca... quer dizer...

Podem dizer o que quiserem, que sou eu que sou comichosa, eu sei lá.  Mas isto, na minha cabeça, não me faz sentido!

É que agora, pode ser o sapato. Mas sabem que a probabilidade de depois, mesmo eu não querendo, ser açúcar, bolos, chocolates, é enorme!

Do que depender de mim, o meu filho não fica com ninguém. Espero conseguir manter este registo, até pelo menos ele falar e expressar-se bem! 



quarta-feira, março 25

Introdução alimentar

Deus me ajude, que não sei lidar com isto.

Iniciámos as sopas aos 6 meses. Até aqui, tudo ok. Sopa toda passada, tudo tranquilo.

Até que, como é natural, embora não saiba bem a partir de que meses, se teve que começar a dar alimentos mais... inteiros. Ele ainda não tem dentes.

A 1ª coisa que lhe demos foi pão. Só a côdea, rija. Ai Deus, ele engasgou, entrou em stress e eu em stress entrei. Estamos sempre atentos, óbvio, mas não sei lidar! Ele fica aflito, eu aflita fico, mas consigo reagir logo. Mas não consigo é evitar ficar aflita.

Já disse ao meu marido, o Tomás só irá comer coisas inteiras/rijas, com a presença dele. Sem ele, nada disso. Continua nas sopas, que está muito bem.

Eu entendo que ele tem que passar por esta fase da vontade do vómito, pelo reflexo de, para aprender a comer. Ai senhores, mas ver o pequeno aflito, às vezes vermelho de tanto tossir... Sinto um stress tão grande que até depois me sinto cansadíssima!

Alguém tem alguma dica?

É que é mesmo horrível.

E atenção, tirando o pão, que fica rijo, o resto é tudo super cozido, para desfazer.  

Já lhe demos 3 massas. Sim, cozemos apenas 3 massas e demos-lhe. Quem as comeu? O cão. Ele brincou com a massa, apertou, abanou, enfiou na boca, mas deitou fora. Eu só me ria e foi tranquilo, que ele não se engasgou. Mas quando começa com os engasgos, lá está, eu toda sou stress. Tento não lho mostrar, mas ai ai ai...

Sério, alguma dica?

Por um lado, sinto que está tudo com pressa. O rapaz não vai chegar aos 15 anos sem saber comer! Por isso, deixem-no lá ter dentes... mas por outro, ele também tem que variar mais a alimentação, apesar que o essencial, está lá - proteína, hidratos, fibra...

Ai, vou envelhecer 50 anos em 2 ou 3... 😒



segunda-feira, março 23

Do trabalho

No outro dia, a falar com uma colega que se despediu por já não aguentar mais o stress da empresa, ela disse uma coisa que é bem verdade...

Eu já lá estou quase há 7 anos e Jesus, não houve a porra de um único ano em que a corda ao pescoço aliviasse. Não digo que saísse, mas que aliviasse. Nada. Zero.

Sempre com stresses, sempre sem capital, sempre atrás de investimentos de fora, eu sei lá.

E isto cansa.

Principalmente a quem, como eu, sabe directamente de coisas, nem que seja por olhar para as contas.

Admito que houve ali uns meses, durante a minha licença de maternidade, que pensei que estávamos a ficar desafogados. Pelos vistos, mesmo com 7 anos, ainda me deixo enganar. Qual quê...

Tanto que um colega já foi despedido. A que me veio substituir, vai embora... Esta minha colega/amiga que se despediu... E não houve aumentos. Soube entretanto de mais trocas que, ou as pessoas aceitavam, ou rua com elas. E acho que mais despedimentos vêm aí.

Estou cansada.

E mais uma vez, só me mantenho porque estou remotamente a trabalhar. Não tenho que lá ir e a prioridade (acompanhar o meu filho) é essa. É a única coisa que me vai agarrando.

Mas cansa.

Neste momento, a diferença entre o mínimo e o meu ordenado, pouco acima dos 100€ é... 

Neste momento, conseguem-se funções com muito menos responsabilidade a ganhar o mesmo ou até mais... enfim!


 

quinta-feira, março 19

Eu, Cláudia, de A a Z

Vi esta publicação no blog da Teresa e decidi trazer para aqui. É que gostei mesmo.

Talvez ficarem-me a conhecer ainda mais um bocadinho, de A a Z:



A- Amor

Agora sim, sinto que posso falar deste sentimento e saber o tão bonito que é. O meu filho veio-me mostrar isso mesmo. Amo mais que tudo o meu filho. E é um amor que realmente não se espera nada em troca. É puro e ao mesmo tempo, selvagem, pois não se metam com o meu filho que eu viro bicho.
Claro que mais palavras poderiam entrar aqui no A, mas quero que fique esta. Pois 2025 parece que foi o ano em que realmente aprendi o que é amar e ser amada. 


B- Beleza

Tento sempre ver a beleza das coisas todas. Nas pessoas, nas coisas, na natureza. Acho que se quisermos, conseguimos ver sempre algo belo ou positivo, digamos assim, nas situações. Já fui elogiada por causa disto. Espero manter.


C- Cozinhar

Adoroooo. E inventar na cozinha. Acho que é mesmo um ato de amor, sempre que penso em cada receita e a preparo para os outros as provarem.


D- Desenvolvimento

Tem sido a minha base. Quero e gosto de me desenvolver a todos os níveis, daí estar sempre a ler coisas que me façam desenvolver quer mentalmente, quer fisicamente, quer no campo dos investimentos, campo pessoal, relações, eu sei lá.

E- Economia

Não numa de disciplina, mas numa de finanças. Poupanças. Investimentos. Adoro investir, adoro poupar dinheiro. Ver promoções, conseguir bons descontos. Tornou-se um vício do caraças e aliás, nem sei precisar quando começou, mas acho que já vem desde bem miúda.


F- Família

Os meus tudos. Cada vez me são mais, mais importantes, mais amados, mais tudo. Faço tudo por eles, mesmo que não seja sempre recíproco.
E agora com a família aumentada, espero poder passar as tradições e criar outras novas e criar memórias bonitas também.

G- Gratidão

Agradeço todos os dias, se não, quase todos, por tudo o que tenho. Mas atenção, é mesmo tudo. Da saúde, em pormenores, à vida pessoal, às nossas casas, à água potável, ao facto de termos um clima bom, tudo mesmo. Mas já disse que é mesmo tudo? 😅
Acho que devemos agradecer mais, pois damos tudo como garantido e nada o é!

H- Honestidade

A minha base, para tudo. Sou até muitas vezes, sincera de mais. Até em entrevistas de emprego. Mas não consigo ser de outra maneira. Acho que tudo se descobre e lá está, para quê mentir? Trair? 
E eu tenho uma cara (e personalidade) que fazem com que eu não consiga disfarçar lá muito bem se algo não me agrada.

I- Inteligência

Importantíssima! Mas parece que no dias que correm, começa a ser rara. Não é preciso serem o Einstein. Mas saber conversar, saber falar sobre vários assuntos ou admitir até que nada se sabe acerca deles. Inteligência emocional, afectiva... Tantas inteligências que estão em falta por aí.

J- Justiça

Tento sempre ver o lado justo das coisas. Mesmo que a pessoa que fez essa injustiça, seja familiar. Claro que fico sempre do lado da família, por exemplo, mas as minhas palavras vão ser sempre no sentido de "dar na cabeça" a quem cometeu a injustiça.

L- Liberdade

A minha liberdade acaba, quando começa a do outro. É uma coisa tão importante, sermos livres em todos os aspectos, mas mesmo assim, parece que vivemos tempos estranhos neste aspecto. Não falo em lápis azul, mas acho que agora há coisas que caem no exagero. Não se pode dizer nada, não se pode ter uma opinião diferente que, como costumo dizer, lá vêm as virgens ofendidas cair em cima.

M- Minucioso

É o meu perfil 😅
Umas das coisas que também mais me caracteriza. Sou detalhada, gosto de pormenores e normalmente reparo neles todos. Raramente me escapa algo. Seja no trabalho, seja em conversas, gosto mesmo de ir aos pormenores, de descobrir, de pensar nas coisas. Muitas vezes, um simples "também" de alguém, numa conversa, faz-me ir tentar desvendar o que possa estar por detrás disso.

N- Natureza

Uma coisa com a qual preciso de contacto quase diário e não prescindo. Saio à rua e olho o céu se estiver bonito. Gosto de ir para jardins passear. Mostrar flores ao cão, para ele as cheirar. Caminhar por entre as árvores. Ir à Montanha. Acampar em casas no meio da Montanha. Ai que saudades.

O- Organização

Também outra característica que me caracteriza brutalmente. Organizada é o meu 2º nome. Do trabalho, às finanças, ao e-mail, a casa... Tudo tem que ter o seu lugar, tudo tem que estar limpo, organizado e destralhado para a vida fluir. Sou prática, odeio complicações quando a minha cabeça decide que não há motivos para as criar.

P- Praia

Amoooo. Não é preciso dizer muito mais. Sol no corpo, pele a ficar escura. Roupas frescas. Ouvir o som do mar. Mesmo que seja de inverno, gosto de ir para o pé do mar. Pés na areia... Saudades também 😀

Q- Quietude 

Gosto de estar sossegada. De poucas confusões e barulhos. Gosto da paz da minha casa, de andar a passear sem confusões e gritarias. Gosto de estar calma. Sentada no sofá a apreciar um programa na tv ou a ler um livro. Ter velas acessas ou o sol a bater no vidros.

R- Responsabilidade

Também deve ser o meu nome do meio. Muitas vezes até acho que sou demais e que o comecei a ser cedo demais. Mas neste momento, já não mudo. E infelizmente é o que falta a muito boa gente!

S- Saúde
 
Pode-nos faltar muita coisa, mas faltando saúde, falta-nos tudo. Daí eu seguir um estilo de vida saudável, fazer exercício, etc.


T- Tomás

O meu filho. O meu amor maior. O meu tudo. Um amor desmedido, sem explicação. Faço tudo por ele, dou tudo por ele. Ele veio tornar a minha vida muito melhor, mais linda.
Deu-me forças para arriscar, para finalmente começar a viver!

U- Única

Sou eu. Única à minha maneira. Não me comparo com ninguém. Não tenho inveja de ninguém, não cobiço o que os outros têm.
Não sou melhor que ninguém. Sou eu. Com defeitos, imperfeições, erros. É o que faz de mim a Cláudia.
Acho que sou movida mesmo por estas palavras que aqui descrevi e tantas outras que fazem aqui falta.

V- Valores

Não prescindo dos meus. Sinto que tenho valores tão únicos e tão raros! Muitas vezes tenho dificuldade em os encontrar nas pessoas do dia-a-dia.
Já o disse várias vezes, sinto que cada vez mais, tudo é descartável, tu não serves, vem outro e serve, não estou para aturar isto e vamos lá trocar... 
Eu tenho valores mesmo. Bonitos. Não prescindo deles. Alguns estão bem representados neste texto.

Z- Zelo

Por tudo. Pela roupa que tenho, pela minha casa, pelas relações que mantemos. Pelos livros. Pelo ambiente. Acho importantíssimo zelarmos pelo que é nosso e não só. Termos brio a fazer as coisas, a proteger as coisas, a cuidar das coisas e a manejar as coisas.
Sim, há situações que às vezes falho, mas de um modo geral, acho que está lá 😊



quarta-feira, março 18

Do meu livro

Ainda não há novidades. Só me falta mais uma prestação, finalmente!

(Dei por mim a pensar que tem sido ainda um gasto grande mensal, 150€, há 7 meses... e era dinheiro que podia ter poupado.) 

Pouco me têm dado de feedback. Por um lado, entendo. Querem o dinheiro do lado deles. Por outro, irrita-me um bocado, porque nunca falhei.

Já me começo a fartar de tanta espera e admito que, aquela excitação toda de início, esmoreceu um bocado. Mas é o que é.

Já tenho a capa do livro. Já a mostrei a algumas pessoas.

Já fizeram a revisão dos textos e... aí é que fiquei um bocado de pé atrás, mas nada posso fazer.

Vão usar o novo acordo ortográfico. Não gosto. Refilei, mas pelos vistos é o que é.

Não vi erros. Fiz várias revisões, assim como a minha mãe.

 

Quando voltei a ler os poemas, senti orgulho. Mas a vergonha, não perguntem porquê, também a senti.

Parece que me estou a armar numa coisa que não sou. E ter que ir apresentar o livro... falar para algumas pessoas, mesmo que sejam família... ai Jesus!

Nem sei se vai correr bem, apesar que gostaria mesmo muitooooo de atingir o marco de venda das 400 unidades, para poder publicar outro, desta vez, sem custos para mim.

Já avancei um bom bocado com outros poemas, desta vez, dedicados à minha sobrinha, caso eu consiga publicar o 2º livro.

Já conto com 20 estrofes. Quero mais uns tantos, mas como não sei se vai avançar.... mas qualquer coisa e faço eu um livro para ela, através de aplicações na Internet, ou assim.

Mas é isto.

Capa e revisão de texto - ok 👍

Provavelmente em Abril, data da última e mais alta prestação, terei mais novidades.

No meio disto tudo, já que esperei tanto, se calhar irei dizer para alinharmos o lançamento do livro, ali um pouco antes do dia da criança. Assim seria uma prenda gira, digo eu que não percebo nada disto😛, para se oferecer.



segunda-feira, março 16

Colecções

Penso que já aqui falei, que os meus pais fazem colecções de tudo e mais um par de botas.

Algumas até se poderá entender que, a vender, darão um bom retorno, se encontrarmos quem as queira, claro. Outras, nem tanto. 

Também poderia não comentar se achasse que têm espaço para as ter, que claramente não é o caso!

Ele é colecções de chávenas, selos, moedas, notas, calendários, canetas, pacotes de açúcar... eu sei lá!

E sim, fazem colecção disto tudo e de certeza que me estão a faltar coisas...

Mas pronto, eles querem, é lá com eles. Este é apenas mais um exemplo de dinheiro que acho mal gasto, mas enfim... Cada um com a sua.

No entanto, no outro dia, a minha mãe oferece dois carrinhos de colecção ao Tomás. Entrega-me um papel e diz para ler e se eu quiser, que ela paga a colecção.

Eu disse-lhe logo que não, mas ela insistiu... Eu odeio ter lixo em casa, casa cheia de nada, não gosto de colecções de nada e não acho que isso vá fazer o meu filho mais feliz.

Lá trouxe o papel e comecei a ler...

Senhores...

150 carros, divididos em entregas em 3 anos! Sei que no final, esta "pequena" colecção ia ascender aos 900€!

Passei-me logo da cabeça (sim, passo-me da cabeça muitas vezes).

Assim que vi a minha mãe e aproveitando o meu pai estar presente, que era ele até que queria oferecer a colecção ao Tomás, disse que não queria colecção nenhuma e se sabia que aquilo ia ficar em 900€. Disse que sim mas que pronto, não ia então comprar se não queríamos.

Eu juro-vos, isto faz-me confusão... Será por eu não gostar de ter a casa cheia? Será por eu achar que é dinheiro deitado ao lixo? Não sei... mas realmente eu era incapaz de dizer à minha mãe para dar este valor mensal,  para o meu filho ter.... carrinhos!

É que depois há o outro lado da moeda. 

Não vou dizer com certeza absoluta, mas tenho ideia que, se fosse eu a pedir para lhe pagarem a natação, que é +/- esse valor, não pagariam. 

Ou porque não lhe dão esse valor, já que querem assim tanto, para ele comprar fraldas ou para nós colocarmos nas acções?

Claramente aqui é um caso de mentalidade, só pode.

Eu fico doente com isto... 😒 

E não sei se é por estes exemplos que sou como sou. Tão poupada, tão ponderada. 


 

quinta-feira, março 12

Gastar dinheiro

Faz-me muita confusão gastar dinheiro à toa.

E quando digo à toa, falo principalmente com coisas que nos tentam impingir, das quais não vamos obter qualquer benefício!

É verdade que, para mim, há coisas que podem não ter valor que, para outra pessoa, é super necessário e vice-versa. Para mim, é importante ir ao ginásio, para outra pessoa, pode ser importante comer bolos.

Mas quando há prioridades que ficam para trás, para que se possam comer esses mesmos bolos... isso mexe comigo!

Familiares, que agora não precisam de contar os trocos. Ok, boa! Sei que se meteram a comprar coisas que lhes vendem naqueles contactos de "porta em porta".

Eu passei-me quando soube que iam gastar alguns 3000€ mínimo!, por um colchão!

Eu percebo que as pessoas com dores podem estar desesperadas, mas isto para mim, já é o cúmulo!

É que com esse dinheiro, podiam efectivamente comprar um muito bom colchão, já com cama articulada e tudo.

Mais uma vez, eu sei que o dinheiro é deles e fazem com ele o que bem entenderem... mas depois querem fazer obras em casa e "não há dinheiro". Precisam de um wc novo, "não há dinheiro". Precisam de arranjar uma das varandas da casa, a nível de janelas e tudo mais, "não há dinheiro".

Não digam então que não há dinheiro. As prioridades são é outras.

Sério, eu vejo o meu caso, que ganho mal para caraças e vejo o esforço que tenho que fazer para poupar e depois vejo estes "exemplos" e sério que me passo.

Parece outra familiar minha que, viu que lhe sobrava x€ no final do mês. Ok, se sobra e poupas, pões de lado, chamar-lhe sobrar é realmente um bom termo. Mas agora se sobra e metes-te em empréstimos, então não sobra porra nenhuma. Estás a zeros, a viver de ordenado em ordenado!

Pior, é que falavam muito do meu avô, de certas compras que ele fazia e ele podia! e agora vejo comportamentos iguais ou piores. Fico doente, a sério que fico.


 

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