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quarta-feira, outubro 7

Estou sozinha no mundo

Calma, calma... Tenho pais, irmãos, marido e filho.

Tenho alguns amigos com os quais, parece, posso contar.

 

Mas aconteceu uma coisa, até foi no dia em que a bateria do carro pifou, me mudou. Aliás, foi mesmo pelo facto de a bateria ter dado o berro que despoletou isto tudo e me fez, mais uma vez, pela força da dor, mudar.

Ouve ali qualquer coisa que morreu em mim, sério. Admito.

 

Ora então, ia eu levar o Tomás à creche, tento ligar o carro e nada. Não liga. Percebi logo que devia ser bateria. Chamou-se um Uber, logo um stress de morte de manhã mas lá fui deixar o pequeno e só me atrasei 10min para o trabalho.

Disseram-me que podia ligar para a Assistência em Viagem para me virem ligar o carro com os cabos e assim o fiz. Mas, para ligar 1h antes da marcação da oficina. Marquei a oficina, 13h, liguei ao 12h para a Assistência.

Ora que, nem 10min depois, tenho o homem da Assistência ao pé do carro!

Saí de casa, fui lá e era mesmo a bateria, morta. Nem me aconselhou a desligar o carro.

1º stress, tinha vindo sem carteira. Pedi ao Sr. para ficar ali ao pé do carro ligado, para eu poder vir a correr a casa buscar a minha carteira. Lá ele esperou, que muito agradeci e comecei a minha saga de telefonemas.

Liguei para o meu irmão, ia trabalhar. Ok.

Liguei então para a minha mãe, para saber se podiam ir lá eles (pai e mãe, ela não conduz) uma vez que eu estava a trabalhar e não tinha como lá ir e não podia mesmo desligar o carro.

A minha mãe, a insistir para eu ligar para o meu irmão, pois como ele nem sempre tem o tempo todo ocupado, podia ser que conseguisse lá ir. Posso dizer que me respondeu aos berros, que estava a trabalhar, que não podia, e que se estava cheia de pressa, que usasse o Uber.

Desliguei-lhe, aos berros também, o telefone. E claro, é fácil falar para quem não tem despesas, para usar um Uber todos os dias!

Ir pôr o Tomás à creche ficou logo em 5€. Buscar, se fosse necessário, pelo menos mais 5€. E tinha a reunião do negócio nesse dia!

Voltei a ligar para a minha mãe e ela bem insistiu para irem lá, para me ajudar, mas o meu pai, claro, lá "atrás" a falar, refilar, até que o ouvi dizer "como deves imaginar, não tenho muita vontade".

Só disse à minha mãe "Esquece, eu vou sozinha" e desliguei o telemóvel.

Agarrei, fui tratar do carro e vá lá que trataram dele um bocadinho antes da hora marcada. 

Mas o caminho até lá?

Fui a chorar. Mas a chorar mesmo.

É muito triste, olhar à nossa volta e ver que estamos sozinhos, quando estamos mesmo assim, rodeados de pessoas!

E eu, que se fosse preciso, mesmo para o meu pai, saía do trabalho, pedia para compensar depois, para o levar ao médico. 

Mas aqui fica a lição. Os outros, claramente, OBVIAMENTE, não são, de todo, iguais a mim. Nem de perto! Nem de longe!

Fiquei mesmo aqui com um buraco.

Ok, nós não nos falamos! Mas era um favor para uma coisa que eu, à partida, não arranjei logo solução. Mas não. Mesmo assim, decidiu armar-se em otário como sempre.

A minha mãe, bem... ela bem insistiu, é verdade. Mas custa-me também ver o dependente que está, as permissões que tem de pedir, etc, etc...

Depois claro, ligou-me toda preocupada. Não lhe respondi a nada. Até fiz questão de lhe dizer "esquece, porque depois vais contar tudo a esse aí". E sim, esse aí. Esse aí, que cada vez mete mais nojo.

Ah e fiz questão de lhe dizer, que provavelmente está a passar pelas merdas todas que está a passar, pelo mal todo que já fez às pessoas.

Pode não ter tido uma infância fácil, mas podia ter escolhido evoluir, assim como eu o decidi fazer. Mas não. 

E aqui fica registado, comigo, para ele, não conta mais.


 

segunda-feira, setembro 28

Sair da zona de conforto

Meu Deus.... Eu já aqui comentei várias vezes que parece que a vida está estagnada, que não se faz nada de novo e andamos aqui no ram ram.

Claro, eu fui tentando vencer a minha ansiedade, que a continuo a sentir, mas tento que não comande a minha vida, como comandava. Quem se lembra que tentei aprender a andar de bicicleta, conduzir o carro no estacionamento do ginásio ou qualquer um que fosse?

Fui saindo, aos poucos, da minha zona de conforto, sim!

Mas parece sempre que não.

Não que eu odeie rotina, mas sentir-me estagnada é que é pior. Mas de facto, se há coisa que, parando e pensando bem, eu não tenho estado, é estagnada. Ou pelo menos não em todos os campos.

E mais uma vez, até foi a Teia que me chamou a atenção disto!

Eu, que nunca senti nada para ser mãe, fui mãe e desde esse dia, mudei tanto!

E posso dizer que, em 1 ano e 3 meses, meu Deus, cresci e tive retornos tão bons!


- Já publiquei um poema num livro;

- Estou em fase de publicar o meu 1º livro;

- Vou, mais o Tomás, conduzir para quase qualquer local para onde tenha de ir;

- Aceitei fazer uma entrevista que supostamente era toda em Inglês (não foi, mas eu não sabia), arrisquei e ainda recebi um bom feedback, que não estou assim tão enferrujada;

- Nesse dia, senti necessidade de escrever um texto público no LinkedIn a falar disso mesmo, coisa que nunca tinha feito!

- Cancelei o meu ginásio e vou para o tal outro mais barato;

- Fui, mais o Tomás, tratar de obter respostas para o negócio que eu e o marido andamos a matutar;

- Fui fazer 2 workshops de bolos;

- Vou criar a página dos mealheiros e tentar fazer outras coisas;

- Fui à praia sozinha com o Tomás... 

Quer dizer... a quantidade de coisas que já fiz/já avancei para... é imensa!


Obrigada a quem me tem acompanhado. A quem apoia. A quem incentiva. 

A quem não acha parvo eu ter medo de estacionar o carro num estacionamento fechado... A ansiedade faz destas coisas, mas eu decidi que não quero mais ser comandada por ela!



segunda-feira, setembro 14

Consumismo

Aproveitando o texto da Teia, do regresso às aulas, lembrei-me de um episódio que aconteceu comigo e aliás, falei disso com ela.

A ideia do consumismo está tão mas tão presente na cabeça das pessoas, que até assusta.

Ora, regresso às aulas/regresso à creche.

O meu filho não usa mochila. Tem uma, mas é a que uso apenas 1x ao ano quase, para levar as mudas de roupa, os sacos dele, etc. Fica tudo lá dentro da mochila arrumada. 

A mochila é preta, pequenina. 

Quando a deixar de usar, dá para mim, para as nossas caminhadas, por exemplo.

A minha irmã, foi logo comprar uma mochila nova para a miúda. Ok, não tem mal e foi o que ela quis. Tudo bem.

Mas será que a mochila antiga estava assim tão usada que não dava para reutilizar? Estamos a falar de uma bebé que ainda não tem 2 anos. Nem deve ligar aquilo. 

Depois ainda veio falar comigo, para eu comprar uma mochila para o Tomás, com bonecos. 

Ora, o meu filho ainda não percebe. Sabe lá ele se gosta se não. Tenho mais que tempo para comprar mochilas como ele queira e dentro do orçamento claro.

A mochila dele está mais que boa, serve o propósito e eu escuso de ter aqui depois 50 mochilas paradas.

Faz-me muita confusão mesmo, este consumismo desenfreado.

E sim, ela até pode cortar numas coisas para ter outras, mas não acho que haja necessidade neste campo. Ser tudo novo, tudo impecável, tudo por estrear.

Qual é a vossa opinião?


 

quinta-feira, setembro 10

Da creche

Claro, dia 1 de Setembro lá o meu filho voltou à creche.

Ok, ainda pode ser cedo, ainda precisar de mais tempo para se habituar, mas o regresso, não está a correr nada bem.

Chora, como sempre chorou, mas agora está pior. São choros mais tristes, mais violentos, agarra-se a mim a chorar, eu já ia caindo, tal a força que ele fazia e elas a tentarem tirá-lo do meu colo...

O meu coração não sossega.

A Coordenadora, ao ver a situação, até veio ter comigo e fez-me uma festa no braço e disse "ele fica bem, mãe"...

Ok, poderá depois acalmar, mas bem mesmo, não fica. E eu também saio de lá a chorar, de coração nas mãos e venho para casa, para já, que isto depois passo a dizer e vou para a empresa, a chorar. Triste. Desmotivada.

Se ao menos o visse a ficar minimamente bem, ainda podia ser que o meu coração acalmasse. Mas ele não fica bem. E é muito triste.

E isto anda mesmo a pesar muito nas decisões que ando a/vou tomar. 

Estou a tentar não agir de cabeça quente. Mas ando a mexer-me para todos os lados. Mas tenho, ao mesmo tempo, de ser racional. 

Mas as coisas vão mudar, oh se vão!


 

 

quarta-feira, setembro 9

Do trabalho

Pois bem, logo no 1º dia de regresso, ligaram-me e fizeram-me chorar mais um bocado.

Se já estava destroçada de não ter o meu filho comigo, pior fiquei.

Agora, em vez de melhorarem as coisas, pioram! Em vez de 2x por semana, é para ir 3x por semana.

 

Fiquei mesmo desolada. Começo a ir dia 6 de Outubro.

 

Eu vou tentar sair às 14h30 para ir buscar o meu filho à hora do costume. Terminarei o dia com mais 30 minutos em casa, que é o que fica a faltar. No máximo, vou propor para sair às 15h e faço aí a minha hora de almoço e não trabalho mais.  

Espero que aceitem, porque se não, fica aqui assente que me vou embora. Mas vou mesmo. Estou farta da empresa, estou farta de andar para trás. Estou farta de chegar de férias e o tempo no meu trabalho, parece que parou, pois tenho tudo por fazer. Tenho de recuperar tudo, tenho tudo atrasado e nunca sou valorizada. 

Já falei com uma amiga, que a empresa dela precisa de pessoal e respeita o facto de eu ter um filho. Deixam-me trabalhar de casa até o meu filho ter 8 anos!

Se não, um part-time. Também já comecei a pensar, depois entre pré escola e ter que colocar o miúdo num ATL, gastar mais dinheiro, prefiro eu ficar em casa com ele, como é óbvio.

 

Mas a sério, isto acaba por ser interessante, pois desde esse dia, caiu a ficha e mudei. Até em relação ao meu chefe, que eu tanto adorava. Eu sou um número! Exploram-me até poder. Por isso, eu vou fazer o mesmo. Chega de fazer horas de borla, chega de estar sempre disponível e melhor, já me comecei a mexer mais ainda. Já me andava a mexer, agora ainda mexo mais, acreditem!

A ver vamos o que vai sair daqui.


 

segunda-feira, setembro 7

Falemos de valores

Isto é tudo muito giro (não), mas realmente esta licença extra, que só tira quem quer, claro, é uma miséria. 

Sério, por isso há tão pouca gente a usá-la e pior, isto não incentiva ninguém a ter bebés.

Como me estou a orientar neste mês de Setembro, com pouco mais de 300€ recebidos?

Ora como recebi o subsídio de férias no mês anterior, é o que me está a valer!

Mas sério, repetiria isto novamente, sem pensar duas vezes. O meu filho está primeiro.

E aliás, toda a gente sabe que poupei tantos e tantos anos, por isso, se este ano poupar menos, paciência.

Estou a dedicar-me a 100% ao meu filho e a criar memórias bonitas e a aproveitar o ele ser tão pequenino, que só é assim tão pequeno, uma vez.

Nada, zero, arrependida.

Mas claro, custa. Tem de se fazer muita conta!

Mas paguei as minhas contas todas e ainda tive um gasto extra, que falarei depois.


Ah, mas sim, foram férias, mas não saímos de casa. Fomos passear, mas não dormimos nenhuma noite fora.

Almoçamos fora quando apeteceu, mas menos vezes do que se calhar merecíamos.

E ainda nos dias de chuva, entre ter de ficar fechada em casa com o pequeno ou ir dar uma volta ao Centro Comercial (que odeio fechar-me em Centros, seja porque motivo for, odeio), fomos ao Centro Comercial, pois claro. E ainda digo mais, já despachei mais duas prendas de Natal 😅

Portanto foram férias com muita ginástica com o orçamento. E sem luxos.


 

quarta-feira, setembro 2

De volta

E já se acabou o período da licença de maternidade extra... 😔

Como referi, tirei o mês todo de Agosto. 30 dias. De 3 de Agosto a 1 de Setembro.

Começo hoje novamente a trabalhar e só vos digo, a vontade de o fazer, é cada vez menor. 

Ok, pode ser de ter estado ainda algum tempo afastada, mas sinto que cada vez tenho menos a ver com a empresa. 

E cada vez tenho mais certezas para onde me quero dirigir. 

Mas claro, os passos têm de ser dados com calma e preciso trabalhar, até decidir que caminho ao certo seguir.

Apesar de tudo, já referi, sou muito agradecida por me terem deixado ficar a trabalhar remotamente desde que o Tomás nasceu e agradecida por só ter de ir à empresa 2 dias por semana.

Admito, mesmo esses dois dias, me estão a custar só de imaginar! Mas vai ter que ser. Mas ou vou pedir para fazer tudo seguido e saio às 15h e não trabalho mais e vou buscá-lo uns 30 min mais tarde do que o que é habitual, ou peço, se não houver stress, para sair na minha hora de almoço, vou buscar o pequeno à hora do costume e venho para casa fazer os 30 min que faltarem.

Duvido que me digam que não, mas logo se vê.

Mas sim, a vontade de regressar é pouca ou nenhuma. 

Outra vez, mais um mês, 24h com o meu filho, foi bom de mais.

Sim, nem tudo foram rosas. Tive dias de muita privação de sono. Andei aí com os nervos em franja, mesmo por dormir pouco. Não sei se é dentes, se é fases do desenvolvimento, mas não tem sido fácil.

Mas tenho estado com ele 24h praticamente. Entre passeios, idas à praia, eu sei lá, sinto que somos um só.

E o regresso dele à creche? Ele chorou e eu chorei mas chorei. Ele não viu, tentei manter-me forte. Mas não está fácil. Faz-me falta tê-lo comigo e sinto mesmo um vazio enorme. 

Amanhã volto para falar das férias.


 

quarta-feira, agosto 12

Anónimos

Graças a Deus, não tenho tido visibilidade nesse campo, até porque se comentam em anónimo e para destilar veneno, os comentários nem vêem a luz do dia.

E pensem, mesmo sem comentarem, estão a dar visualizações à página.

Agora não percebo é o porquê de terem que estar sempre, mas sempre a falar mal!

Já mete nojo.

Não gostam? Não leiam!

Não gostam? Não visitem a página!

Não se identificam? Ponham-se a andar!

Agora vir falar só porque sim, porque devem ter vidas frustradas e pequeninas, epá, poupem-se a vocês e a toda a gente.

É que cada vez há menos paciência para tanta pequenez e repito, não foi nada comigo, para já, claro.

Sim, que de vez em quando também levo com eles, mas não alimento nem publico, lá está. Porque uma coisa são críticas construtivas. Aceita-se e bem!

Agora vir destilar veneno só porque têm vidas pequeninas? Oh pff!É que mete raiva, nojo, tudo. Cresçam!


 

quinta-feira, agosto 6

Trabalhar por conta de outrém

Porque eu falo tanto em estar farta de trabalhar para os outros, querer largar um bocado essa vida, etc, etc?

Ora bem, quem me conhece, sabe que sempre quis ter algo meu, coisa que nunca se proporcionou.

Quem me conhece, sabe que não sou rica e ganho praticamente o ordenado mínimo.

Mas há mesmo muita ginástica da minha parte, algumas heranças pelo meio, verdade, para poupar.

E não há aqui só investimentos em Certificados de Aforro. Há Acções, Obrigações, PPRs, tudo e mais alguma coisa.

Há trabalhos extras, há hobbies que vão dando algum, etc.

Com o meu filho, nasceu em mim ainda mais a necessidade de não passar a vida a correr atrás de algo, que, pelos nunca dificilmente vou atingir. 

Ou tem que se acordar cedo para sair cedo, e perco à mesma anos de vida do meu filho, ou passa-se horas e horas em deslocações e chego ao fim do dia cansada e sem paciência para ele, ou trabalhamos que nem escravos e recebe-se mal... Há aqui muitas coisas a pesar na minha decisão e eu sempre disse que não queria trabalhar a vida toda. Pelo menos, para outra pessoa, nestas condições.

Atenção, eu gosto de trabalhar. É útil e faz-nos sentir vivos e úteis. É importante, sim! Mas não gosto é de ver que estão a acabar com o trabalho híbrido, sem lógica nenhuma para o fazerem sequer.

Há quem deixe de trabalhar por causa dos filhos, eu não posso, infelizmente. Mas estou a tentar adaptar a minha realidade. Não quer dizer que consiga, mas estou a fazer por isso! Lá a lutar estou eu, agora se consigo, são outros assuntos.

A ideia é, se tiver um negócio meu, perfeito. Se não tiver, pelo menos, poder trabalhar só em part-time. Já não é mau, já me posso dedicar ao meu filho, às minhas coisas e pagar as minhas continhas descansada.

Eu não quero luxos, por isso... Um part time, como deve de ser, deverá chegar (a juntar os extras todos, claro!)



quarta-feira, agosto 5

Regresso ao trabalho

Este mês de Agosto, à partida, é o último mês que trabalho remotamente. A partir de Setembro, passarei a ir à empresa, à mesma os dois dias por semana.

Atenção, sou muito agradecida por este ano poder ter ficado em casa, por poder acompanhar o Tomás da maneira que acompanho, tudo.

Sou agradecida também por, mesmo tendo que voltar à empresa (que ainda não é certo), poder só fazê-lo dois dias.

Mas não deixa de estar a mexer comigo. Já sinto os nervos, já sinto a instabilidade a instalar-se.

Eu não tenho necessidade de ir à empresa. É que não faço lá absolutamente nada que não faça em casa. E demonstrei isso e bem, neste último ano.

Mas a ter que ir, que ainda terei que falar com o meu chefe, vou pedir para trabalhar lá até às 14h30, continuar a ir buscar o miúdo às 14h40 +/-, se possível, e fazer a hora de almoço nesse intervalo. Depois, fica apenas a faltar 30min, que poderei bem fazer a partir de casa.

Duvido que me rejeitem a ideia, mas vou perguntar à mesma.

Se não, vou dizer que faço a jornada contínua e saio às 15h e não trabalho mais.

Sim, o Tomás a ficar lá mais 30 min +/-, mas o máximo que eu consigo.

Quando deixar de dar mama, será outro stress, mas logo verei na altura.

Gostava de acompanhar o meu filho, assim, até pelo menos aos 3 anos. A ver vamos. 


 

segunda-feira, julho 20

Ginásio

Acho que já aqui falei, que ando a ver para mudar de ginásio.

Para além de aquilo ter mudado de gerência e, apesar de irem aumentando os preços, pouco de melhorias se vê,  parece uma chafarica, estou a ficar cansada de tudo.

Sim, fazer musculação não é fácil, nesse sentido. Pouco se pode mudar ou inovar, mas o ginásio podia ter outras máquinas!

Pago mais de 40€ por mês. Tenho piscina, jacuzzi, sauna e banho turco mas, desde que engravidei, nunca mais lá meti os pés!

Para o que tem, não é caro. Mas para a utilização que lhe ando a dar, é caríssimo. E só tenho ido 2x por semana.

E mesmo que algum dia volte a usar essas coisas todas, principalmente o banho turco e jacuzzi, a verdade é que era 1x por semana e e!

E agora com um filho, eu quero é passar tempo com ele, não "perder" ainda mais tempo nestas coisas.

Uma coisa é treinar, outra completamente diferente, é isto.

E a verdade é que agora só lá vejo quase só putos a treinar. Na hora que vou, só miúdos. Não tem mal, mas depois treinam aos pares, aos trios e estão ali que tempos nas máquinas e uma pessoa tem 1h para fazer tudo, logo, é a despachar.

Surgiu a oportunidade de mudar de ginásio ainda mais perto de casa. Eu já avencei com a pré inscrição, para não perder a mensalidade de.....18€! Sim, 18€.

Para começar, foi mesmo isto que me motivou. É que vou passar de um gasto de mais de 500€ para um gasto de nem 220€ ao ano. É uma poupança ali de mais de 300€! É dinheiro. 

Depois, está ainda mais perto de casa, logo, não tenho que pegar no carro. Aqui eram várias coisas que me irritavam. Além de ir demorar menos tempo na deslocação casa/gym, quando regressava, nem sempre tinha lugar perto. De manhã, faz toda a diferença. Se trocar, vou a pé. Nem tiro o carro do sítio. Poupança de tempo e gasolina.

Não sei como vai ser o ginásio, mas vai ter controlo de lotação. Penso que posso "reservar" a minha hora e vou treinar. Parece-me bem. 

E vai ser um ginásio de treinar e põe-te a andar, que, neste momento, é isso mesmo que quero. Treino, tomo banho e adeus.

Mais uma vez, não sei como vai ser, ainda está a ser construído, mas espero mesmo gostar. Aliás, acho que já estou naquela de não ligar, se se tornar mais um ginásio comercial, pela poupança em todos os sentidos, acho que vale a pena. Só se vir que deixo de conseguir treinar, por ter lotação sempre cheia, é que não troco. 

Até já pensei, na minha hora de almoço, ir lá treinar. Assim, conseguia ir mais vezes e estar com o meu filho todas as tardes, sem stress. 

Ainda é tudo muito se isto, se aquilo... Parece que ainda vai ser grande o espaço, quero ver que máquinas vai ter claro e se realmente me convencer, vou trocar. Também já estou há mais de 9 anos naqueles ginásio e lá está, tem vindo sempre a aumentar e não vejo melhorias.



quinta-feira, julho 16

Do volta

Desculpem lá, mas tenho que vir cá falar disto.

Já dei oportunidades suficientes para ver como as coisas corriam, mas esqueçam.

A meu ver, é apenas mais uma maneira de nos ficarem com mais dinheiro.

Ora eu já reciclo tudo e mais alguma coisa, papel, vidro, plástico, as coisas especiais, espero pelo contentor especial para as ir deitar fora, já faço compostagem como sempre quis... Mesmo assim, agora ainda tenho que ficar com mais lixo em casa, em cima da mesa, como se de uma decoração se tratasse, para poder ver os meus 0,10c de volta. 

Sim, que não se pode colocar garrafas amachucadas, mas ao entrar na máquina, ela amachuca-as por nós. Espalma-as, para ser mais precisa. Então porque raio eu tenho que as colocar lá sem nenhuma amolgadela?

Depois, até já nos restaurantes pagamos a taxa e temos que sair do restaurante com o lixo, se não, adeus 0,10c! 

Sim, eu sei, no estrangeiro já se faz isto e corre bem, blá blá blá... Mas se querem copiar coisas do estrangeiro, comecem por outras, bem mais úteis e urgentes! 

Isto é só, mas só, para roubar dinheiro.

Porque se fosse pelo ambiente, porque não incentivam mesmo é ao contrário? Ao não consumo de garrafas de plástico?
É isto é que não percebo.
Acabem com as garrafas de plástico. Aquelas de utilização única, as pequenas. Voltem a usar garrafas de vidro, eu sei lá!

Aliás, percebo e repito, é apenas para sacarem mais um dinheiro.

Convençam-se disto, ninguém dá nada a ninguém. E isto é apenas mais uma maneira de irem buscar dinheiro nosso. 



quarta-feira, junho 24

Maternidade

Já aqui tenho falado muito no quanto mudei em relação a este assunto de ser mãe.

E ainda bem que mudei e já disse e repito, não sabia que me ia fazer tão bem e que antes, eu apenas existia. Agora sim, sinto que vivo.

Claro que nem tudo são rosas, mas olho sempre para cada "dificuldade" como uma fase. E tenho levado isto tudo com muita calma.

Li, há dias, mães arrependidas que queriam passar aquela fase rápido, queriam que eles adormecessem rápido, etc, etc... e agora sentiam saudades.

Posso dizer que não estou arrependida de nada, porque sinto mesmo que estou tão no caminho certo, que dói. No meu caminho certo. Cada um, com o seu. Nunca quis despachar o Tomás a adormecer. Se demorar 1h, ali estamos 1h, no escuro, só os 2 e eu sem comer. Tranquilo. Ás vezes demora mais...

Quando acorda 50x por noite, que agora tem sido raro (e ainda bem, aqui a fase da privação do sono não é fácil), ali estava eu, sem pressas para que ele adormecesse e tantas vezes eu chegava a sentir-me mal disposta e super fraca por falta de dormir mesmo... 

Sempre disse que era uma pessoa sem paciência. O meu filho acho que me tem mostrado que até tenho alguma.

Só quando chora, que é raro também, é que admito que não sei lidar bem. Mas rapidamente o faço parar e acalmar e lá voltamos ao registo "normal". 

Sim, sei que há bebés bem mais complicados que o Tomás. Tive e tenho muita sorte. Mas mesmo assim... 

Temos que ter em mente que:

São bebés.

Não sabem o que andam aqui a fazer.

Não se portam mal, estão apenas a ser bebés. 

Mas faz-me confusão, quando se fala em arrependimento até de os ter! Amam os filhos, claro, não coloco em causa, mas depois, vem acoplado o arrependimento. 

Eu já aqui disse, ou a vida das pessoas era realmente excelente, viagens, saídas à noite, eu sei lá, ou então não sei. Eu não tenho saudades da minha vida antes, muito pelo contrário.

Nunca saí muito, nem pouco, sinceramente. Sim, antes saía e era só sair, sem pensar em nada. Agora, tenho mil e uma coisas a fazer antes de sair de casa com o pequeno. Mas sei lá, trouxe tanta alegria, tanto amor, que não o posso, nunca, associar a arrependimento. 


 

segunda-feira, junho 15

IA

Mais um texto que sinceramente, acho que vai de encontro com todos os outros que já escrevi, quer de carreira, quer de negócios próprios...

E isto da IA, começa-me a assustar.

Sim, há funções que vão mesmo acabar. 

Sim, há empregos que serão extintos e vai vir aí uma onda de desemprego que Jesus.

Sim, ainda é capaz de demorar, ou não!

Vão a alguma lojas maiores, já somos nós que passamos as compras e tratamos de tudo. Lojas de roupa, tipo Decathlon ou Super's. Ainda há caixas físicas, mas muito poucas. 

Portagens, raramente são as que têm pessoas. São máquinas.

Já há mesmo Super's que nem empregados têm e fazemos nós tudo.

Ginásios sem PT's, para se treinar e ir à nossa vida... Isto é sério!

Li uma notícia, que grandes empresas tech despediram milhares de pessoas. Achei graça à notícia, pois o contexto era por causa do trabalho remoto. Estas mesmas empresas, obrigaram o regresso ao presencial. E agora, despediram montes de gente porque foram substituídos pela IA. Afinal o problema não era o remoto ou o híbrido, era apenas parvoíce do dono. Tanto que despediu esta gente toda.

E mais empresas, li, seguiram o exemplo.

Portanto, já nem profissões ligadas às TI estão safas!

E volto a repetir, isto assusta.

O meu trabalho, pode ser, parte dele, substituído pela IA. Mas tem que haver sempre alguém depois a analisar, a corrigir, a verificar a informação. Mas já não são precisas muitas pessoas como antigamente. 

Eu própria, que estou no Departamento Financeiro da minha empresa, tornei esta função totalmente adaptável ao remoto, tanto que aqui estou eu, a trabalhar 100% em casa. 

Mesmo o meu marido, que como disse, é um trabalho mais manual, tem o emprego dele em risco. Porquê? Porque é Impressor. E a lógica, pelo que falam, é querem acabar com o papel.

Entendem onde quero chegar?

Há mais alguém a pensar nestas coisas?


 

quinta-feira, junho 11

Carreira

Acho que nunca falei deste assunto aqui e acaba também por ser um desabafo e ir de encontro às conversas de ter um negócio.

Sinto, sinceramente, que nunca tive sorte no que a trabalho diz respeito.

Quando tentei entrar no mercado de trabalho, levei ali com uma crise que já nem me lembro, mas o desemprego subiu aos píncaros. 

Depois, com a faculdade a ser à noite, não arranjava nada que desse para conciliar.

Depois, ora os transportes não davam e eu não tinha como vir para casa, de noite.

Havia sempre algo.

 

E agora, com quase 40 anos, sinto que realmente não posso dizer que tenho uma carreira. Aos 40, terei para aí apenas 14 ou 15 anos de descontos. Não é muito, é um facto. E pior, é que tenho "saltado" de funções em funções.

Só há coisa de 7 anos, que é o tempo que estou nesta empresa, é que mantive as mesmas funções e sou considerada já sénior no sector. Estou na parte financeira.

Mas, com o pequeno, ou ponho de lado a ideia de o querer acompanhar e baixo as calças e aceito o que aparecer, mesmo que a ganhar mais, mas mais longe ou a sair a horas em que mal vejo o pequeno, etc, etc, ou dificilmente irei mudar para algo que seja +/- fit com o que pretendo.

Daí, claro, querer a minha coisa. O meu negócio. 

É que sinto que não tenho carreira, nem nunca vou ter. A minha formação, apesar de ser superior, não é na área em que actuo. Nem estou com vontade de ir estudar mais, para entrar nesta área mais a sério, pois vejo bem a rotatividade da mesma.

E sinto que cada vez mais, são realmente as profissões manuais é que terão "sucesso". Os operários.

Eu vejo pelo meu marido, que graças à mudança de trabalho que fez, foi ganhar o dobro do que ganhava!  É um trabalho mais técnico a nível de funções, mais manual e ali, não é necessário nenhum diploma. Ou sabe ou não sabe.

E no meu caso, não é bem assim. Sim, consigo arranjar um trabalho a ganhar mais, mas é como disse, ou desisto da ideia de acompanhar o meu pequeno e baixo as calças para as "exigências" ou então vai ser difícil.

E como acabo por achar que não sou boa a nada ou não sou técnica de nada, ando aqui no limbo e o que aparecer é peixe.


 

segunda-feira, junho 8

Terapia de Casal

Como disse nos balanços de Maio, eu e o marido iniciámos uma Terapia de Casal.

Sim, sim, com uma psicóloga.

Porquê?

Porque já estamos juntos há 21 anos, Deus me ajude! E agora temos um bebé. E, pelo bebé, principalmente, temos que nos tentar orientar.

Não que as discussões sejam violentas ou falar alto, nada disso. Até disse à própria psicóloga que, para mim, nem considerava discussão, por estes motivos referidos. 

Para mim, são conversas mais.... acesas. Mas para o marido, são discussões e eu juro que percebo!

E torna-se cansativo.

Atenção, qualquer troca de palavra que temos, como disse, é feita no tom certo. Mesmo em frente ao Tomás, que são raras, o rapaz não percebeu nada, tanto que bate palminhas, sorri, etc e nós vamo-nos metendo com ele.

Mas não deixam de ser chatas e aborrecidas e tudo e tudo.

Então cá estamos.

E quem decidiu dar esse passo, foi mesmo o marido!

No passado quis eu, ele não achava necessário. Deixei arrastar. Agora, foi ele que propôs. Eu aceitei, claro.

Acho que nos vai fazer bem.

Já tivemos a 1ª consulta. Vamos ter uma por mês, que isto não dá para mais €.

Mas mesmo assim, após essa 1ª consulta, sinto que houve aqui qualquer coisa que mudou. A ver vamos.

Gostei da psicóloga, é acessível, simpática, não toma partido, óbvio... e gostei também de outra coisa... no final da consulta, que é online, ela faz com que digamos uma coisa que admiramos no outro.

Eu fiquei espantada com o que marido disse de mim. Ele, igual.

O que para mim, parecia óbvio, pelos vistos para ele não era e o contrário também.

Isto também significa o quê, que é o grande calcanhar de Aquiles do marido? Conversar é bom, faz bem e é necessário!


 

 

quinta-feira, junho 4

Aindas dos negócios próprios

Passada a revolta da ideia dos ginásios que eu tinha e agora, alguém com coragem decidiu dar esse passo, veio-me outra coisa à cabeça.

 

Eu, quando penso em negócios, tento pensar o que há à volta. Se houver algo parecido ou igual, ai não, ai isto, ai aquilo.

A juntar a isto, o famosos síndrome do impostor, que vem logo dizer que eu não presto para nada.

Logo, é apenas mais um entrave da m€rd@ a juntar a todos os outros que falei, para me fazerem não avançar com nada.

 

Mas, como disse, comecei a pensar que este ginásio novo que vai abrir, vai abrir ao lado de outro ginásio! Tiveram medo? É capaz, mas avançaram!

Há literalmente restaurantes ao lado de restaurantes!

Costureiras ao lado de outras lojas de costureiras.

Lojas de música ao lado de lojas de música...

 

Há N exemplos, que podia pegar, mas parece que só agora se fez luz, que realmente há montes de coisas iguais, no espaço, muitas vezes, menor que 500m. E as coisas estão lá, foram criadas e têm sucesso!

Ai, vida!


 

quinta-feira, maio 28

Desabafo

Acho que vai ser um texto cheio de @sn€ir@s!
 
Sabem já há algum tempo, que ando com vontade de ter negócio próprio. Aliás, algum tempo, como quem diz, pois desde que me lembro que penso nisso.
 
Tinha/tenho várias ideias, todas me parecem viáveis, mas depois... depois... vem sempre o medo. O medo de arriscar, o medo de não dar certo, o medo de não conseguir fazer face às despesas, o medo de não ter capital e tudo o que envolve, etc, etc.
 
Mas a vontade, essa, sempre esteve cá!
 
Quando o meu Tomás nasceu então, Jesus. 
 
A vontade parece que quadruplicou.
 
"Para ser mais fácil", até pensei em ser "investidora". Ver negócios e ajudar a abri-los pondo eu algum capital. Já falei com algumas pessoas que estou disponível a esse nível. Não tenho muito €, logo, a minha participação tinha que ser proporcional, óbvio, mas que tinha € e que se quisessem uma sócia, bora lá.
 
Mas as ideias continuam a fervilhar dentro da minha cabeça. Claro que, por causa do medo, fervilham e quero maturar até à exaustão, nunca tendo, até à data, avançado com nada.
 
Não entrando em muitos pormenores, uma das ideias que tinha, era relacionada com ginásios. Não havia cá nada assim em Portugal. Só tinha visto no estrangeiro. O investimento, não me parecia muito alto, mas claro, precisava de financiamento. Mas nunca avancei. Andava sempre a maturar a put@ da ideia.
 
Não é que, agora o conceito que eu tinha pensado, vai começar a aparecer em Portugal?
 
Fod@s§e!
 
Até calha a ser o ginásio que ando a ver, para ver se troco o meu por este.
 
Mas depois da chamada e de ver fotos e perceber o conceito... uma tristeza apoderou-se de mim. É que fiquei mesmo triste!
 
Mais uma vez, por estupidez, medo, insegurança, eu sei lá mais esta m€rd@ toda, não fiz nada.
 
Agora já não vou por aí, por já existir a ideia, já existe a "patente", não me faz sentido! Que raiva!
 
A minha ideia era "original", eu tinha a certeza que podia dar certo, era "só arriscar"... mas claro, só arriscar, acarreta muita coisa! 
 
Sério, fiquei mesmo triste e revoltada. Estúpida, estúpida, estúpida!
 

 

quarta-feira, maio 27

Ainda da Gastro

Depois do Tomás ficar dois dias em casa, como disse, só bolsou na manhã a seguir ao hospital, na nossa cama e Jesus, tanta roupa lavei eu nesses dois dias, lá o levei para a creche.

Pela lei, ele nem tinha que ficar em casa. Por isso é que apanham gastro uns dos outros. Podem ir à creche sem problema. Vale-me poder ficar com o pequeno em casa, pois também o mantê-lo acordado aquelas horas todas e ele fraquinho com os vómitos, não o ia levar para lá e eu sem estar descansada.

Quando lá cheguei, perguntaram se estava melhor, etc, eu lá disse que parecia que era uma gastro... então não é que uma das auxiliares me diz "ah sim, normal, eles estão com isso aqui"...  

Desculpa? 😒

Então no dia em que tudo aconteceu, eu percebi que o pequeno já estava mal da barriga, porque tinha diarreia, mas "não liguei", pois era um caso isolado.

Quando o fui buscar, disseram-me que tinha feito 💩 3x mas não referiram que era diarreia, fiquei descansada.... afinal já sabiam que havia algum com gastro e não avisam?

Pelo menos o avisar, pois quando liguei para a saúde24, já a minha conversa podia ser outra! Falei em alergia, falei do coelho, falei em intolerância e afinal, podia ter falado disso e ter dado a indicação que "parece que poderá ser também alguma gastro".... 

Não acho normal, sério.

Eu iria ter a mesma preocupação, iria ligar e iria com ele às urgências, mas ao menos, até para orientar a saúde24, tinha sido mais fácil.

Isto é padrão? É normal não dizerem nada se houver um surto?

Imaginem, se alguém tiver papeira, sarampo, sei lá, devem dizer, não? Ou vamos todos andar na ignorância?


 

 

quinta-feira, maio 14

Doente

Dou graças a Deus por o pequeno realmente ter um bom sistema imunitário, pelo menos parece.

Desde os 5 meses na creche, mesmo que só umas horitas e o máximo que apanhou foi constipações, que ataco logo.

Também ficou uma vez com uma mini conjuntivite que rapidamente passou e nem me passou a mim.

Mas...

As constipações dele, eu apanho-as a todas!

E estou de novo doente. Já há 2 semanas que ando ranhosa, com tosse, sem voz. Se soubessem o que isto me irrita. 

Lá liguei para o médico, sem grandes soluções, por dar mama ao pequeno. Mas ando a corticóides num spray para o nariz e cortizona (acho eu) nuns comprimidos que só posso tomar 5 dias, por causa dos efeitos secundários.

Sinceramente, melhorei, mas pouco.

Mas por outro lado, ainda bem que sou eu assim e não o pequeno e ainda bem que não lhe passo ainda mais disto. Ele está quase bom e deixem-me lá ficar eu doente, que cá me resolvo.

Mas cansa, oh se cansa, passar mais de meio ano assim, sem voz, rouca, com tosse, a assoar-me de minuto a minuto 😖

Bem, mas que ele continue forte e saudável. 

Mais uma vez, que ele esteja protegido é o que mais me interessa.


 

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