Como sabem, já andamos, ainda o Tomás não era nascido, a investir em acções em nome dele.
Aliás, estão em nome do meu marido, mas são coisas do Tomás. É do dinheiro que ele recebe no Natal e anos e dos abonos.
Tem, à data, 1200€. Ele tem 8 meses, nada mau.
Tem o valor todo aplicado em acções.
O meu marido, sempre com algum receio das mesmas, veio falar para se começar a diversificar mais o dinheiro do Tomás, para não estar tudo em acções.
Colocar numa conta poupança ou num Certificado de Aforro, disse ele.
Ora que, até podia concordar... se alguma destas opções rendessem mais que as acções.
Eu percebo o que o marido quer, mas, como já referi aqui, a linha temporal do Tomás é tão grande, que seria um erro enormíssimo passar a colocar só metade em acções para colocar a outra metade, por exemplo, em Certificados de Aforro.
Óbvio, vai chegar a um ponto que irei criar um, quando o valor nas acções começar a ser muito elevado, mas ainda não é o caso. Quando começar a render um valor jeitoso ao mês, poderei tentar começar a diversificar mais, mas até lá...
É que ele não se pode esquecer que, o dinheiro do Tomás, a ser dele, é apenas o abono. O resto, é dinheiro nosso. E nesse sentido, principalmente eu, tenho o dinheiro mais que diversificado.
Já aqui disse:
Tenho Certificados de Aforro
Tenho Obrigações
Tenho conta poupança
Tenho Fundos...
Quer-se dizer... não posso inventar mais nada 😂
Até tenho é vontade de tirar dos Aforros e colocar em acções, por isso vejam lá.
Até o meu filho ter, sei lá, pelo menos uns 15 anos, acho que o dinheiro irá todo para acções. Mais uma vez, a linha temporal dele é tão grande, estou para lá de curiosa do que vai sair destes investimentos 😁

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